Afastei-me, perdi a noção do tempo que perdi a pensar em ti, em tudo o que se passou.
Acabei por rasgar as fotografias, queimei os presentes e afoguei a minha mágoa naquela garrafa de vinho que jurámos abrir para comemorar a tua subida lá no emprego.
Já não dou importância ao fazer a cama de manha com todo o cuidado, afinal há noite já não te irias deitar ali e aconchegar-me no teu peito e dizer o quanto me amavas. Porra do amor não é ? Tínhamos escrito cada página com tanto cuidado para não se rasgar ou as letras já não se apagarem com o tempo.
Deitei fora todos os teus CD's, faziam-me um filme na cabeça que me atraia para a varanda fumar os meus cigarros. É, ainda não perdi o vicio desta droga que me mata..
Mas tu não és droga mas mataste-me ao partir, mataste-me em todas as discussões, em todas as vezes em que não me disseste que eu era a mulher mais linda de Lisboa já que o mundo está cheio de mulheres perfeitas, mas eu nunca quis ser perfeita, só queria ser perfeita aos teus olhos mesmo quando te levava o pequeno-almoço há cama toda despenteada e borrada da maquilhagem e com aquele cheiro a sexo que ficou pela noite anterior. Queria que me amasses quando estava a beber o meu café na varanda, só com a tua camisa por cima do meu corpo e a apreciar aquela linda manha de Verão.
Queria que me amasses naqueles dias de inverno onde eu estava com uma constipação do caraças e só me apetecia chocolate. Queria que me tivesses amado quando subi a balança e com os quilos a mais transbordaram as minhas lágrimas e me tivesses abraçado.
Eu quis tanto de ti, de nós que não vi que a tua alma estava vazia de amor, que eu só fui útil para certas necessidades tuas e por isso hoje sinto saudades do teu peito ao adormecer mas sei que a minha manhã de Verão ficou mais completa com a tua ausência.
Acabei por rasgar as fotografias, queimei os presentes e afoguei a minha mágoa naquela garrafa de vinho que jurámos abrir para comemorar a tua subida lá no emprego.
Já não dou importância ao fazer a cama de manha com todo o cuidado, afinal há noite já não te irias deitar ali e aconchegar-me no teu peito e dizer o quanto me amavas. Porra do amor não é ? Tínhamos escrito cada página com tanto cuidado para não se rasgar ou as letras já não se apagarem com o tempo.
Deitei fora todos os teus CD's, faziam-me um filme na cabeça que me atraia para a varanda fumar os meus cigarros. É, ainda não perdi o vicio desta droga que me mata..
Mas tu não és droga mas mataste-me ao partir, mataste-me em todas as discussões, em todas as vezes em que não me disseste que eu era a mulher mais linda de Lisboa já que o mundo está cheio de mulheres perfeitas, mas eu nunca quis ser perfeita, só queria ser perfeita aos teus olhos mesmo quando te levava o pequeno-almoço há cama toda despenteada e borrada da maquilhagem e com aquele cheiro a sexo que ficou pela noite anterior. Queria que me amasses quando estava a beber o meu café na varanda, só com a tua camisa por cima do meu corpo e a apreciar aquela linda manha de Verão.
Queria que me amasses naqueles dias de inverno onde eu estava com uma constipação do caraças e só me apetecia chocolate. Queria que me tivesses amado quando subi a balança e com os quilos a mais transbordaram as minhas lágrimas e me tivesses abraçado.
Eu quis tanto de ti, de nós que não vi que a tua alma estava vazia de amor, que eu só fui útil para certas necessidades tuas e por isso hoje sinto saudades do teu peito ao adormecer mas sei que a minha manhã de Verão ficou mais completa com a tua ausência.
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