Foi num daqueles dias de trovoada em que apenas os meus pensamentos ruiam e dançavam na minha cabeça, que eu sonhei com alguém que me iria fazer acreditar que o amor existe, que irá valer sempre a pena cada esforço.
Hoje continuo há procura, hoje eu continuo a lutar mesmo cheia de feridas eu não baixo os braços e talvez esse seja o problema, eu ser boa demais e nunca dizer o que sinto. O sol não brilha, está escuro e eu estou neste maldito buraco. Não, eu não quero que me ajudes porque tu não o sabes fazer e este buraco vai mostrando aos poucos que as minhas feridas vão ficar comigo o resto da minha vida. O choro confunde-se com a chuva, apesar de estarmos em agosto tem chovido por cima da minha cabeça e tem escorrido até ao meu peito e aumenta este aperto, este sufoco.
E as vezes não é preciso muito para melhorar , basta um abraço, uma palavra amiga, porque ninguém é de ferro o tempo todo e eu sou feita de vidro e insistem em por a minha resistência há prova e nem se apercebem que eu me parto em mil bocados. Mas há- de vir alguém que simplesmente conseguirá colar todos os meus cacos.

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